terça-feira, 26 de junho de 2012

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Quando eu for grande... III



Quando eu for grande, gostava de ter um quadro destes na minha parede...

Tudo Isto É...

Aproveitando a recente eleição do Fado como Património Imaterial da Humanidade, nasceu o Tudo Isto É, um projecto "misto" que procura recriar o género musical e recuperar uma tradição. "Neste caso, os construtores de guitarras e a guitarra portuguesa."

Álvaro Siza Vieira, Ana Vidigal, Catarina Pestana, Eugénio Campos, Fabrizio Matos, Isaque Pinheiro, Joana Vasconcelos, João Leonardo, João Pedro Vale, José Cardoso, Manuel João Vieira, Marco Sousa, Miguel Januário, Miguel Vieira, Nini Andrade Silva, Pedro Tudela, RD2 - Liza Ramalho e Artur Rebelo, Ricardo Dourado, Sara Maia, Sofia Leitão, Vhils - Alexandre Farto

21 criadores aceitaram o desafio do Tudo Isto É. "Os artistas gostaram da ideia, até porque o instrumento não lhes foi apresentado como um objecto acabado", revela Daniel Pires.
 "Não podemos emigrar todos, alguém tem de ficar cá. É o nosso fado, mas não podemos ficar a cantar o Fado e a chorar. Tudo isto é uma forma de tentar, sempre, ir para a frente", salienta o responsável, referindo que é preciso ser ousado. "No fundo, Tudo Isto É provocar!"

Quando eu for grande... 2

Quando eu for grande... quero ter uma casa de férias assim, na montanha, com esta varanda em frente ao mar...


Quando eu for grande...

Quando eu for grande... quero ter uma cozinha assim, branca, linda e do tamanho da minha casa...


Morre lentamente...


Morre lentamente
Quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem não encontra graça em si mesmo

Morre lentamente

Quem destrói seu amor próprio,
Quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente

Quem se transforma em escravo do hábito
Repetindo todos os dias os mesmos trajeto,
Quem não muda de marca,
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou
Não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente

Quem evita uma paixão e seu redemoinho de emoções, 
Justamente as que resgatam o brilho dos olhos e os corações aos tropeços.

Morre lentamente

Quem não vira a mesa quando está infeliz
Com o seu trabalho, ou amor,quem não arrisca o certo pelo incerto
Para ir atrás de um sonho,
Quem não se permite, pelo menos uma vez na vida, 
Fugir dos conselhos sensatos... 

de Pablo Neruda