Pedi ao meu irmão Pedro que me mandasse fotos das peças que herdámos do meu Pai, que por sua vez herdou do Pai dele.
O meu irmão herdou não só as peças mas também o talento artístico. Tem imenso jeito para tudo o que é feito à mão. Até já fez cópias em barro de peças do nosso bisavô Alberto Caetano. Tudo o que se propõe fazer, faz e bem. O seu último trabalho penso ter sido uma mesa em xisto...
Mas voltemos ao nosso avô Francisco Caetano. É dele este Anjo, executado como trabalho de curso de arte na Escola Industrial Avelar Brotero, em Coimbra.
Habituei-me a ver este Anjo, toda a vida, em casa dos meus Pais...
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Folha de couve
Mais uma herança dos meus avós. Lembro-me de ver estas taças e pratos no armário da cozinha da minha avó Alice, mas não me lembro de alguma vez terem sido usadas.
Quando era mais nova achava que eram muito esquisitas e até um pouco "parôlas".
Depois apercebi-me que era arte das Caldas da Rainha e ouvi falar com grande deferência da cerâmica Bordalo Pinheiro, que tinha peças ainda mais estrambólicas do que estas Folhas de Couve.
Apercebi-me, toda contente, que tinha uma preciosidade, umas taças Folha de Couve do Bordalo Pinheiro.
Mais recentemente, quando comecei a interessar-me pelas marcas de cerâmica e faiança, fui finalmente confirmar se estas peças tinham a dita marca ou selo da Fábrica Bordalo Pinheiro, das Caldas da Rainha, e qual o meu espanto: aparece-me esta inscrição (legível apenas numa das taças) tão estranha...
Ohhhhhh que desapontada fiquei... Mas o que será que significa? Serão falsas? Serão cópias? serão modelos de outras fábricas?
Enfim, peço a quem entende melhor destas coisas, uma ajuda para as identificar.
De qualquer modo, eram dos meus avós Alice e Francisco, e isso já lhes dá um valor inestimável!!!
Quando era mais nova achava que eram muito esquisitas e até um pouco "parôlas".
Depois apercebi-me que era arte das Caldas da Rainha e ouvi falar com grande deferência da cerâmica Bordalo Pinheiro, que tinha peças ainda mais estrambólicas do que estas Folhas de Couve.
Apercebi-me, toda contente, que tinha uma preciosidade, umas taças Folha de Couve do Bordalo Pinheiro.
Mais recentemente, quando comecei a interessar-me pelas marcas de cerâmica e faiança, fui finalmente confirmar se estas peças tinham a dita marca ou selo da Fábrica Bordalo Pinheiro, das Caldas da Rainha, e qual o meu espanto: aparece-me esta inscrição (legível apenas numa das taças) tão estranha...
Ohhhhhh que desapontada fiquei... Mas o que será que significa? Serão falsas? Serão cópias? serão modelos de outras fábricas?
Enfim, peço a quem entende melhor destas coisas, uma ajuda para as identificar.
De qualquer modo, eram dos meus avós Alice e Francisco, e isso já lhes dá um valor inestimável!!!
quarta-feira, 9 de maio de 2012
A minha amiga Marquinha...
Tenho um bom motivo para ir todas as manhãs para o meu emprego. Chama-se Marquinha.
É por ela que anseio chegar ao portão do jardim, porque sei que ela lá está à minha espera...
Corre na minha direcção a toda a velocidade, salta de alegria, e volta a correr em direcção ao sítio onde está combinado eu dar-lhe o pequeno almoço.
Aí lhe dou a comida que lhe levo todos os dias. Já toda a gente sabe que o pequeno almoço sou eu que lhe dou. Quando me esqueço de ir ao supermercado comprar a caixinha de comida, tenho de lhe comprar 2 croquetes na cantina. Que ela engole sem mastigar se eu não lhos desse à boca aos bocadinhos. É uma gulosa.
É a minha afilhada, uma alegria de todos os dias. Quando saio da porta, seja a que horas for, ela aparece e deita-se à espera das festas. É uma mimada.
Haverá algum ser humano tão fiel, leal, alegre, dedicado, humilde ou amigo como esta cadelinha?
Adoro a Marquinha!
É por ela que anseio chegar ao portão do jardim, porque sei que ela lá está à minha espera...
Corre na minha direcção a toda a velocidade, salta de alegria, e volta a correr em direcção ao sítio onde está combinado eu dar-lhe o pequeno almoço.
Aí lhe dou a comida que lhe levo todos os dias. Já toda a gente sabe que o pequeno almoço sou eu que lhe dou. Quando me esqueço de ir ao supermercado comprar a caixinha de comida, tenho de lhe comprar 2 croquetes na cantina. Que ela engole sem mastigar se eu não lhos desse à boca aos bocadinhos. É uma gulosa.
É a minha afilhada, uma alegria de todos os dias. Quando saio da porta, seja a que horas for, ela aparece e deita-se à espera das festas. É uma mimada.
Haverá algum ser humano tão fiel, leal, alegre, dedicado, humilde ou amigo como esta cadelinha?
Adoro a Marquinha!
Rosa Cor de Rosa
Adoro flores! Gosto de todas as flores, sejam selvagens, de vaso ou de jardim, pequeninas ou vistosas. Gosto de todas as flores!
Mas tenho de admitir que tenho um fraquinho por rosas cor-de-rosa. Vi esta hoje de manhã e tive de voltar atrás para a fotografar... Comecei bem o dia! :)
Mas tenho de admitir que tenho um fraquinho por rosas cor-de-rosa. Vi esta hoje de manhã e tive de voltar atrás para a fotografar... Comecei bem o dia! :)
terça-feira, 8 de maio de 2012
Fado Chico Caetano
Francisco
Caetano Ferreira, dito Chico Caetano,
nasceu em Coimbra, na Freguesia de São Bartolomeu, no dia 1 de
Fevereiro de 1884.
Era filho de José Caetano Ferreira e de Maria
Adelaide Costa. Faleceu em Coimbra, na Rua Figueira da Foz, a 5 de
Fevereiro de 1956.
Republicano e carbonário, opositor ao regime de
Salazar, fazia gala em usar o laçarote preto dos carbonários.
Grande boémio, primeiro tenor, serenateiro, actor amador, foi
fabricante de seges. (Segundo biografia escrita por António Manuel Nunes no blog Guitarra de Coimbra)
Era meu Tio-Bisavô...
Cantava acompanhado à guitarra ou alaúde pelo irmão Alberto e ao violão pelo irmão José Caetano.
A terrina da minha Avó
Há alguns dias, cheguei à conclusão que tinha algumas preciosidades em casa, e nem tinha dado conta.
Comecei a interessar-me por cerâmica, quando andava em busca de informações sobre o meu Avô Francisco e deparei-me com uns blogues de pessoas interessadas em faianças, antiguidades e velharias.
Entrei de repente num mundo deste tipo de arte, que, confesso, me passava um pouco ao lado.
Hoje, já consigo procurar na internet as marcas de cerâmica, peças de valor, de mercado ou apenas valor sentimental, e principalmente, peças de muito valor artístico.
Vi-me à procura, nos armários lá de casa, de peças herdadas de avós, tios-avós, pais, e quem diria, até tenho algumas coisas engraçadas.
Esta é a primeira delas, a terrina da minha Avó Alice. Toda a vida a vi em cima da mesa dos meus avós, em Coimbra, e está acompanhada do prato da molheira, que também tenho.
.
Pesquisei e descobri que se trata de louça da marca Ludwig Wessel, de Bonn, Alemanha, fabricada nos anos 1910-1969. Esta fábrica trabalhou desde 1829 e fechou em 1970.
Comecei a interessar-me por cerâmica, quando andava em busca de informações sobre o meu Avô Francisco e deparei-me com uns blogues de pessoas interessadas em faianças, antiguidades e velharias.
Entrei de repente num mundo deste tipo de arte, que, confesso, me passava um pouco ao lado.
Hoje, já consigo procurar na internet as marcas de cerâmica, peças de valor, de mercado ou apenas valor sentimental, e principalmente, peças de muito valor artístico.
Vi-me à procura, nos armários lá de casa, de peças herdadas de avós, tios-avós, pais, e quem diria, até tenho algumas coisas engraçadas.
Esta é a primeira delas, a terrina da minha Avó Alice. Toda a vida a vi em cima da mesa dos meus avós, em Coimbra, e está acompanhada do prato da molheira, que também tenho.
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Pesquisei e descobri que se trata de louça da marca Ludwig Wessel, de Bonn, Alemanha, fabricada nos anos 1910-1969. Esta fábrica trabalhou desde 1829 e fechou em 1970.
"Balada sem destino"
Gosto de música! Não passo um dia sem ouvir música!
Tenho gostos tão diferentes, depende do dia, da disposição e principalmente da beleza da melodia.
Ontem descobri por acaso esta balada, que mistura o moderno com o clássico. Gosto da suavidade desta balada. É Coimbra, é contemporânea, é bonita!
Tema "Balada sem destino" de Ricardo Dias, presente no álbum COIMBRA (João Farinha, Ricardo Dias, Pedro Lopes) 2008. Guitarrada original de Ricardo Dias, com Eddy Jam no Saxofone, Paulo Figueiredo no Piano e Pedro Lopes na viola.
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