Apareceu mais um anjito de pijama lá em casa...
terça-feira, 8 de maio de 2012
"Balada sem destino"
Gosto de música! Não passo um dia sem ouvir música!
Tenho gostos tão diferentes, depende do dia, da disposição e principalmente da beleza da melodia.
Ontem descobri por acaso esta balada, que mistura o moderno com o clássico. Gosto da suavidade desta balada. É Coimbra, é contemporânea, é bonita!
Tema "Balada sem destino" de Ricardo Dias, presente no álbum COIMBRA (João Farinha, Ricardo Dias, Pedro Lopes) 2008. Guitarrada original de Ricardo Dias, com Eddy Jam no Saxofone, Paulo Figueiredo no Piano e Pedro Lopes na viola.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Um dia depois do Dia da Mãe, e 2 dias depois do meu aniversário,
quero deixar aqui uma mensagem dedicada à minha Mãe.
A minha melhor amiga e companheira de todas as aventuras... que me incentiva e eu incentivo, na mesma medida...
Como diz a minha Mãe: se tu dizes mata, eu digo esfola... É assim desde que nos separámos a 1ª vez em 1980. Os meus pais foram de Lisboa para Lamego e eu fiquei um ano em Coimbra, a meio caminho. Falávamos todos os dias ao telefone. Anos mais tarde a vida quis que voltássemos a viver juntas, e desta vez é para sempre!
Como ambas gostamos de Poesia, aqui deixo uma, um pouco negra, mas que tenho a certeza que a minha Mãe vai gostar... que diz tudo o que lhe digo sempre:
Não há nada que não faça por ti, Mãe! E a fazer, é agora...
Quando eu morrer, por favor, não
chore
Quem muito me fez chorar em vida
Quando eu morrer, por favor, não chore
Quem ficou só a abrir e cutucar a ferida!
Quando eu morrer...
Não me leve flores, nem as que mais gosto
Copo de leite, lírio ou margarida
Nem de mim se lembre e entristeça
Ao ouvir a minha melodia preferida!
Quando eu morrer...
Não diga que de mim sente saudade
E que chora e lamenta a minha ida
E nem ironicamente a mim se refira
Como se eu fosse uma pessoa querida!
Quem quiser fazer algo por mim
Que faça agora, não espere a minha partida
Quem quiser fazer algo por mim
Que faça agora, em vida!
Quem muito me fez chorar em vida
Quando eu morrer, por favor, não chore
Quem ficou só a abrir e cutucar a ferida!
Quando eu morrer...
Não me leve flores, nem as que mais gosto
Copo de leite, lírio ou margarida
Nem de mim se lembre e entristeça
Ao ouvir a minha melodia preferida!
Quando eu morrer...
Não diga que de mim sente saudade
E que chora e lamenta a minha ida
E nem ironicamente a mim se refira
Como se eu fosse uma pessoa querida!
Quem quiser fazer algo por mim
Que faça agora, não espere a minha partida
Quem quiser fazer algo por mim
Que faça agora, em vida!
O meu avô e bisavô no Blogue "Arte, livros e velharias", de Maria Andrade
Hoje fiquei super feliz! Vi no blog de uma amiga virtual, Maria Andrade, interessada por cerâmica e velharias, toda a informação fornecida por mim acerca dos trabalhos do meu avô Francisco Caetano e do seu pai, meu bisavô, Alberto Caetano.
Se quiserem dar uma espreitadela, vejam e deixem aqui um comentário
.http://artelivrosevelharias.blogspot.pt/2012/05/moderna-industrial-decorativa-de.html?showComment=1336386701122#c3086284248098663355
Eu adorei...
Hoje fiquei super feliz! Vi no blog de uma amiga virtual, Maria Andrade, interessada por cerâmica e velharias, toda a informação fornecida por mim acerca dos trabalhos do meu avô Francisco Caetano e do seu pai, meu bisavô, Alberto Caetano.
Se quiserem dar uma espreitadela, vejam e deixem aqui um comentário
.http://artelivrosevelharias.blogspot.pt/2012/05/moderna-industrial-decorativa-de.html?showComment=1336386701122#c3086284248098663355
Eu adorei...
sexta-feira, 4 de maio de 2012
O Semeador de Van Gogh
O Semeador (Sower with Setting Sun), 1888
Vincent Willem van Gogh nasceu em 30 de Março de 1853, na pequena aldeia de Groot-Zundert, próximo de Breda, no sul da Holanda (fronteira com a Bélgica), filho do pastor da Igreja protestante Theodorus van Gogh (1822-1885) e de Anna Cornelia Carbentus (1819-1907).
O semeador, de Van Gogh de 1888,
Óleo sobre tela; 32x40cm. Amsterdão, Museu van Gogh
Oração ao Pão por Guerra Junqueiro
*…A Humanidade é seara imensa de um chão de areia, Que Deus recolhe e Deus semeia.
E cada homem, quer o rei, quer o mendigo, É na seara de Deus um grão de trigo.
E a toda a hora, a todo o instante, há milhões d’anos, Searas sem fim de espíritos humanos
Brotam, florescem, crescem, são cortadas, E entre as mós do destino trituradas.
E eis a farinha ideal, o frumento de dor, Que alimenta a Verdade, a Beleza, e o Amor!
De maneira que vós, homens pigmeus, Na terra sois o pão de Deus!
A vossa alma é a claridade Que ilumina a Verdade.
É a hóstia de luz, no mundo acesa Pela Beleza.
Maru, o gato genial
E como não podiam faltar os gatos, aqui está um delicioso! Maru, o gato japonês é genial... quem não gostava de se divertir com um amigo destes em casa.
Subscrever:
Mensagens (Atom)







